Os monstros que me assombravam Ao dormir Me propuseram o cessar fogo Alegando que eu não sei sorrir Que eu não sou mais o mesmo Que eu vivo do passado E não me assusto com o que antes Era meu tormento Eu também queria ser imaginário Aparecer só quando apropriado Não medir minhas palavras Não medir minhas palavras Eu também queria ser imaginário Sumir quando estiver dando tudo errado Sem pesar na consciência Sem pesar na consciência Mas como faz? As criaturas das profundezas do edredom Querem me expulsar do quarto Vai tomar um Sol, vai tomar um Sol Que eu não sou mais o mesmo Que eu vivo no passado E não me assusto com o que antes era Meu Rogério Eu também queria ser imaginário Aparecer só quando apropriado Não medir minhas palavras Não medir minhas palavras Eu também queria ser imaginário Sumir quando estiver dando tudo errado Sem pesar na consciência Sem pesar na consciência Ser adulto não é fácil Ser adulto não é fácil Ser adulto não tá fácil Eu também queria ser imaginário Aparecer só quando apropriado Não medir minhas palavras Não medir minhas palavras Eu também queria ser imaginário Sumir quando estiver dando tudo errado Sem pesar na consciência Sem pesar na consciência Eu também queria ser! Eu ambém queria ser imaginário Sumir quando estiver dando tudo errado Se não pesar na consciência É porque, não quero que faça parte de mim