Terra de ninguém, Brasil, novos tempos Bala rasga o céu mais forte que o vento IAs e UFOs disputam seu medo Dificuldade agora é ter desapego Quem paga mais pela sua atenção? O novo cancelado, a nova traição Mundo virtual, os bonzin' não chegarão Saudade de quando minha Beyblade era minha preocupação Hoje temos carros que pilotam sozinhos Na espera do seu mal, tá lá seu vizin' Meteoro tá chegando, mas que dia lindo [?] e [?] deixam sua cor de vinho A nova pandemia é a inveja e depressão Ação é mais da hora que decoração Honestos e caretas, não, não passarão Bob Esponja compra droga, é sua nova diversão Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Sensacional, veja a situação Sertão vai virar mar, o mar vira sertão Uma gíria cibernética de uma quebrada hermética De uma vila subaquática com energia quântica Dois muros do terceiro mundo, espanta Quem conta as nota', visão de vagabundo De um futuro inexistente e doravante Inveja e egoísmo, vaidade, há quem plante Metas mortas no gesso, livros quebrados na infância Longe do que almejam Chacina, seita, ciranda Sobra nada, vejo nada, dois cachorro e um Cyborg Aonde era bailão Cemitério de Robocop Cemitério de Robocop Cemitério de Robocop Cemitério de Robocop Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber Quando a hora chegar, cê vai saber