Usa camisinha, seu político Pra sua muié não embarrigá Usa camisinha, seu político Que nóis não qué te sustentá Houve um derramamento de milhões Mas tudo pela porta do fundo Nobre senhora deputada Com o respeito que merece Rogo-lhe que vá para casa do carinhoso senhor, seu marido Tomar a pílula que evitará o nascimento De um não desejado rebento Que vai mamar nas tetas da viúva Já um tanto esquálida de muitos Lhe sugarem sem o menor sentimento de culpa Usa camisinha, seu político Pra sua muié não embarrigá Usa camisinha, seu político Que nóis não qué te sustentá Sem que nós percebamos Nossos queridos populistas dançam A dança do acasalamento no congresso Onde tudo é permitido por expresso Expresso é milhões, bilhões, paridos embaixo dos panos Por entra as coxas secretas, sectárias de umas belas moças Essa poligamia de maracutaias e Prostituição de caráteres dificultam A criação que papai e mamãe sonharam E o que nos resta é a indignação Usa camisinha, seu político Pra sua muié não embarrigá Usa camisinha, seu político Que nóis não qué te sustentá Coloque o discurso sobre sua ilibada honra No bolso de trás de sua calça italiana E vá tomar, um pouco de juízo Longe do poder, onde tenta permanecer O senhor negaste com tanta veemência que o filho não era seu Como agora quer requerer direitos sobre algo que não reconheceu? Por trás de seu caridoso gesto Esconde uma perigosa intenção Sua atitude inconsequente Mais parece de adolescente Acostumado com os exemplos que vê pela TV Usa camisinha, seu político Pra sua muié não embarrigá Usa camisinha, seu político Que nóis não qué te sustentá