[Intro] E Bm D A E Bm D A
[Verso]
E F#m
Nas esferas de uma luz que não conhece ocaso
D A
Onde o coro das estrelas era um hino sem compasso
E F#m
Surgiu a primeira sombra um sussurro de altivez
D A
O mais belo dos ungidos questionou sua própria vez
E F#m
Lúcifer o portador da alvorada e do clarão
D A
Trocou o serviço do alto pela própria adoração
E F#m
Semeou a dúvida ímpia sobre a Lei e o Criador
D
E o céu em sua pureza conheceu o dissabor
A E
Houve guerra nas alturas o silêncio se partiu
F#m D A
E a serpente em sua queda sobre a Terra se abateu viu
E F#m
O jardim de paz e vida transformou-se em campo e lida
[Refrão ]
D
Pois o homem seduzido deu à morte a vinda
A E
Desde as ruínas de Sião ao rugido dos leões
F# F#7 D
A história é o pergaminho de terríveis provações
A E
Onde o sangue dos mártires como semente no chão
F#m D
Guardou a chama da Bíblia contra toda a escuridão
A E
Caminhou a humanidade sob o jugo da tradição
F#m D
Enquanto homens de coragem erguiam a voz em oração
[Verso]
A E
Lutero Huss e tantos outros como faróis na tempestade
F#m D
Rasgaram o véu dos dogmas para expor a Verdade
A E
E o tempo esse mestre correu para o final
F#m D
Apontando para o trono para o Juízo Celestial
A E
Lá o Cordeiro advoga pesa a alma vê o rastro
F#m D
Enquanto a Terra se prepara para o último desastro
[Ponte]
E F#m
Um decreto se levanta a consciência é o alvo
D
Mas um povo em silêncio guarda o selo de quem é salvo
A E F#m
O Sábado repouso antigo tornase o sinal da guerra
D
Entre o mando das cidades e o Senhor de toda a Terra
[Refrão]
A
O céu se fecha em bronze vem o tempo da agonia
E F#m
Mas o justo em sua gruta espera a luz do novo dia
D A
Pois quando o mundo se cala sob o peso do seu erro
E F#m D
Um trovão rasga o infinito pondo fim ao desterro
A E
Eis que as nuvens se enovelam como um pergaminho em chama
F#m D
E o Rei dos Reis desponta pois Seu povo O chama
[Solo]
A E F#m D A E F#m
[Verso]
D E F#m
Não vem mais como cordeiro para o golpe do algoz
D A
Vem com o brilho de mil sóis e o trovão em Sua voz
E
O chão treme e se abre túmulos cedem à vitória
F#m D A
Justos de todas as eras despertam para a glória
E F#m
E num piscar de olhos a carne frágil se transforma
D A
O mortal veste o eterno seguindo a nova norma
E F#m
O mal que por milênios foi um câncer na existência
D A
Encontra o fogo purificador e a divina sentença
E F#m
Satanás e sua horda a raiz e o galho ímpio
D
Dissolvem-se no esquecimento findando o desequilíbrio
[Refrão]
A E F#m
Não há mais dor nem luto nem a mancha do pecado
D A
O Grande Conflito findou o universo está curado
E F#m
E na paz de um novo mundo onde o amor é o ar que se respira
D
Cristo reina para sempre e a morte enfim expira
[Ponte]
A E F#m D7M D A
O horizonte se rasga não como o fim mas como um parto de glória quando
E D
Nuvem negra do tamanho da mão de um homem aproximase transmutada em um clarão
A
Insuportável de pureza
[Refrão]
A7 A E F#m F#7 D A7 A
E F#m D A E F#7
[Inst]
F#m D A