No corre 24 por 7 Desde quando você me conhece Você sabe, eu me mexo, eu me viro, eu resolvo Eu não deixo abaixar essa febre Eu não deixo cair na inércia Dropando as melodia inédita Eu não perco a frequência poética Entre o crime e a biblioteca Bitucas, bitucas, bitucas Muitas madrugas, muitas Muitos desertos, prantos Meu camelo com sede O meu cavalo manco E aquela voz dizia Não vai perder seu brilho Não pode perder o balanço Não pode esquecer dos mano que tiveram contigo no início Nada para esses plano Nada para esses mano Nada para um cigano Água! Tá me entendendo? Água! Sede que não acaba Água! (Água, água, água) (De peixes na cabeça e barcos navegando) (Por meu corpo pra saber, de um porto pra saber) No corre 24 por 7 Desde quando você me conhece Você sabe, eu me mexo, eu me viro, eu resolvo Eu não deixo abaixar essa febre Eu não deixo cair na inércia Dropando as melodia inédita Eu não perco a frequência poética Entre o crime e a biblioteca Bitucas, bitucas, bitucas Muitas madrugas, muitas Muitos desertos, prantos Meu camelo com sede O meu cavalo manco E aquela voz dizia Amores vão, amores vêm e tudo bem Eu quero o Sol Eu quero água e nada mais Preciso desestressar O peito afoito, o sangue quente Nessas horas só o violão me entende Amores vão, amores vêm e tudo bem Eu quero o Sol Eu quero água e um pouco mais Preciso desestressar Eu preciso desestressar