Eu vi um velho orando Pensei estar chorando, estava feliz Sua terra bendita, que seja dita, já era mãe Trabalho recompensado O velho outrora suado Se assemelha a abelha que voa Não para, trabalha, descansa jamais Não tem relógio de pulso, mas vai com o impulso da natureza Entra e sai sem parar Néctar faz transformar, em mel Gente, essa vida da gente é um céu riscado por avião De que nos vale a riqueza, a beleza Se não podemos levar Aquele velho morreu E o milho dele cresceu E se fez de alimento pro filho Daquela abelha de tempos atrás E seu filho abençoado, vai ser por fazer o velho sorrir Lá de cima ele vê O que plantou florescer e crescer