A ignorância em vida Se torna sabedoria em morte Pois o silêncio é concreto O fim chega a todos Sou aquele prepara a sua sepultura De crianças aos velhos São tantos que as lágrimas já não escorrem Sem sentimentos alheios daqueles que se vão Dou seu descanso abaixo de seis palmos Sou o coveiro Jardineiro da morte O cuidador Do seu eterno descanso Amigos e familiares Eu os enterrei Um Sentimento de satisfação e amargues Da vida e da morte Pois certo emoções só são apresentadas No último momento