Me esconder não é a opção que existe Fugir de mim é impossível, mas que triste Em um estado assim, o que fazer Implorando o fim, antes de amanhecer Uma arte sem valor lá atrás Escondido na sala, esperando por nada Talvez alguém que vai Reformar uma vida, uma obra errada O fim de mim não sai, venha me valer, ó, Pai Proceder Ainda sou uma vida que um corpo abita Ao ver toda a minha dor, o Pai Vem me socorrer Ainda tenho uma alma, uma história escrita Mas para que me importar de novo assim Me reerguer, mudar tudo de novo em mim Insensato é aqui, difícil viver Enquanto vejo em mim, humano sem querer Para onde deveria olhar? Se o que vejo acima é um céu todo cinza Para que esperar? Se o fim de toda a vida é uma alma estinta Essa dor não sai, venha me valer, ó, Pai Proceder Ainda sou uma vida que um corpo habita Ao ver toda a minha dor, o Pai Vem me socorrer Ainda tenho uma alma, uma história escrita Me diga porque! Fale o porquê! Por favor, me diga o porquê! Só por uma vez! Ao saber, venha me valer, ó, Pai Proceder Ainda sou uma vida que um corpo abita Ao ver toda a minha dor, o Pai Vem me socorrer Ainda tenho uma alma, uma história escrita