Palavras vazias, discurso armado Cara limpa, povo abandonado Sorri pra câmera mente sem pudor Enquanto a cidade padece em dor Hospital lotado, contrato fraudado Lucro garantido em nome do Estado O ar tá pesado! Não! Não é só sensação Roubaram o ar, quem foi o ladrão? Governo da morte, gestão do nada Culpa o sistema, cara lavada Todos viram o que aconteceu Em rede nacional apareceu Covas coletivas, gente sufocando Na fila da morte o povo esperando Enquanto o povo lutava pra respirar Wilson Mão Fina roubava o ar Você viu, mano? A população votou no cara e ele matou a geral E de novo ele voltou! Inacreditável! Novamente ele ganhou É difícil de entender Porra, Amazonas! Vai se foder! Eu fui para a escola e só aprendi a fazer merda Meu voto vale um rancho se isso te interessa Contrato fraudado Hospital lotado Lucro garantido em nome do Estado Vinho gelado, taça na mão Lucro acima da compaixão Não é discurso ou opinião, é sentença: Ladração Memória é arma! Ninguém esquece! Por Wilson Mão Fina, o ódio só cresce Sem perdão, ressentimentos Paredão: Julgamento Também não sou coveiro, porra! (Som de metralhadora disparando)