Yê Mama say, mama say, uê, mama Ô mama say, mama say, uê Ao som do Olodum Capoeira Ginga Lembrando dos ancestrais da mandinga Ao som do Olodum Capoeira Ginga E a galera pede mais Salve meu mestre que me ensinou Sabia mandinga de Salvador Quebra a corrente, liberta a mente Sou quilombolas do tempo presente Salve Neguinho o criador, do samba reggae em Salvador Viva o axé dos meus ancestrais, trago essa força dos orixás Ao som do Olodum Capoeira Ginga Lembrando dos ancestrais da mandinga Ao som do Olodum Capoeira Ginga E a galera pede mais Oh filho meu, filho meu Cante comigo essa prece menino Na vida Deus dá o que merece menino Agradece o que Deus te deu Oh filho meu, filho meu Cante comigo essa prece menino Na vida Deus dá o que merece menino Agradece o que Deus te deu Nunca foi sorte, sempre foi trabalho Nunca foi sorte, sempre foi trabalho Pra quem no tormento fez das tripas coração Capoeira, samba, reggae como forma de oração Olodum dum dum dum Capoeira nas escolas Zum zum zum Capoeira nas escolas Pra quem misturou aquele samba com reggae Bateu forte no tambor e disse nunca de entregue Dum dum dum Zum zum zum Berimbau chamou vou jogar capoeira Dia de roda é dia de feira Bateu no tambor batida certeira Rola no Pelô, toda terça-feira O reggae do Olodum que não brincadeira, não, não Yê Mama say, mama say, uê, mama Mama say, mama say, uê, mama