Ao solo que treme brota Fazendo navio perde sua rota Natureza em revolta Tempestade dia estranho Mar revolto, desenvolvo Encaro o agora dia novo Pra quem se importa? Situação remota Alguns se desesperam Aprenda com a derrota Onde conspira, a terra gira O jogo vira Nova tendencia Aliada de mentira Sem pertencer a esse rebanho Ser humano insano Onde dissipada energia densa Pra quem age e não pensa Sofrida é a sobrevivência É resistência ou penitencia Logo a tarde redução da existência Ressaca invade é o que disseram Dos outros nada espero Um critério Mudaram o pretérito O mistério de uma mente traiçoeira Briga por besteira Distraído perde o objetivo Afoito há qualidade Valores que se quebram O que acontece? Retomo a proa Livre de boa O corpo que suspira, peito aperta A deriva entre enfermidade Serenidade Quem interage Sutilmente Intuição avisa É tempo de recolhimento Calamidade Revolta Novo depoimento Entidade e sua escolta Conteúdo misto É o que preciso Ultraje guerra na sociedade Recalculando o prejuízo Ridículo mal entendido Não vou falar de liberdade De volta Nunca atoa Onde ressoa Terra da garoa Insanidade Ao veneno que abençoa Aceito meus defeitos Sobreponho intensidade Depois é do naufrágio Tempo fecho estamos mais ágil Inimigo se torna frágil Maremoto Do santo sou devoto Um Presságio violento Sangue pro sustento Perca de tempo época do voto Pensando Anoto Vou Marcando o cimento Até mesmo em lugar remoto Em meio aos destroços Evoluindo a cada fase Fechando negócios No ócio produzindo frase Como se fosse a última quem sabe? Sabe renasce Se não marcasse Porto novo Antes que chegasse Tudo de novo Estilo livre voraz no apetite Sai do quase Fechando a parte Ilustrei foi no graffiti Fazendo as pazes Sobreviver foi uma arte Quebrei barreira conheci os limites Antes cedo do que tarde