Memórias embrulhadas, vejo a névoa Dissipar pelo ar e ao mesmo tempo, me guiar Pelo caos, pelo mal, o que eu sou afinal? Induzido pela trilha, o que o destino tanto cobiça? Que o destino cobiça? Que o destino cobiça? Que o destino cobiça? Por que de nos unir? Nos guiar? A máscara me chama pelo tom Do Luar, o que Em 6 dias Você sacrificaria? Eu ando me perguntando depois de me impregnar tanto Por cada ação, por cada reação, escuto a voz da razão É necessário se sujar por uma feição Que no momento, eu sei que não é minha Em estilhaços, vejo almas, sussurros, gritos, feridas De uma memória que é invasiva, aonde pisa Eles pedem show com carnificina, com passagem só de ida Do sangue e a sede Não sei o que me difere Me consome, me corrompe Mais que tudo, eu tentei Ninguém salvei Faça o banquete insaciável por sua fome Então beba da desgraça mais suja pela sua sede Paradigmas são estigmas Só pra assegurar quanto vale a sua vida O que há fora do sistema? E minha mente martiriza E se a Ordem, pra quem você tanto acredita Chegasse a tempo pra impedir que essa ferida Não proliferasse, mas eu sei que a dor da perda Não é maior que essas guerras internas, e, na Lua Eles querem lidar com meu lado mais brutal Espinhos que soam como sinos parecem juris Se dois lados não se dissolvem, é claro que a guerra pune Ahn, o céu carmesim é só um aviso Que te mostra qual vai ser sua atitude Essa máscara tão tensionada quer que eu surte Essas vozes mal-intencionadas querem que eu lute Essa ânsia por salvar nunca te torna herói Elas te matam mesmo antes que você mude Te entrego uma parte de mim Seguir o caminho Qual seja, eu confio Do sangue e a sede Não sei o que me difere Me consome, me corrompe Mais que tudo, eu tentei Do sangue e a sede Não sei o que me difere Me consome, me corrompe Mais que tudo, eu tentei Ninguém salvei