Você não é a minha dona E eu não sou escravo, seu Deixe de ser tão mandona Quem manda em mim, sou eu Você não é a minha dona E eu não sou escravo, seu Deixe de ser tão mandona Quem manda em mim, sou eu Você quer transformar nossa casa, em um quartel Vive mandando em tudo, feito um coronel Manere o seu jeito rude, é preciso mudar Porque desse jeito, meu bem, eu não vou suportar Você não é a minha dona E eu não sou escravo, seu Deixe de ser tão mandona Quem manda em mim, sou eu Você não é a minha dona E eu não sou escravo, seu Deixe de ser tão mandona Quem manda em mim, sou eu Eu sei que as coisas mudaram, isso é legal E a mulher ganhou seu espaço, isso é natural Mas, com tudo isso você, parece que esqueceu Que o homem aqui nessa casa, ainda sou eu Você não é a minha dona E eu não sou escravo, seu Deixe de ser tão mandona Quem manda em mim, sou eu Você não é a minha dona E eu não sou escravo, seu Deixe de ser tão mandona Quem manda em mim, sou eu (Meu amor, vê se manera!) (Você tá muito mandona, meu amor, assim não dá!) (Não esqueça que nessa casa, por incrível que pareça) (O homem, ainda sou eu!)