Sinto o roxo subindo, queimando minha pele Cada toque, cada marca, me arrasta pro nada O mundo treme na tela, sinais que me engolem Vexor observa, sua risada eletrônica me invade Meu reflexo se quebra, tudo parece girar Sussurros na parede começam a me chamar Cada fio elétrico vibra dentro da minha mente O Codéx cresce, minha força se torna ausente Não sei se caminho ou caio Meu corpo grita, minha mente se perde O Codéx me chama, e eu Não consigo escapar Manchas no olhar, sombras a me tocar O frio do medo não quer me largar Sinto que sumo, mas tento lutar Vexor me cerca, e eu tento escapar O som da TV corta meus pensamentos Cada interferência me empurra pra dentro As cores distorcidas, rostos que não são meus O roxo avança, devorando meus céus Pixels queimam a retina, luzes que me cegam Sinto minhas memórias se dissolverem em neblina O chão some por baixo, o ar aperta meu peito E cada passo que dou parece me afastar do leito Não sei se caminho ou caio Meu corpo grita, minha mente se perde O Codéx me chama, e eu Não consigo escapar Manchas no olhar, sombras a me tocar O frio do medo não quer me largar Sinto que sumo, mas tento lutar Vexor me cerca, e eu tento escapar Verso intermediário (tensão crescente) Tudo que conheço se desfaz no ar Os sinais me seguem, não posso escapar Meu corpo treme, minha visão se curva O Codéx sorri, minha alma se turva Ponte (sombria, lenta, com eco) Tudo se distorce, nada é seguro O ar pesa, meu coração é puro A cada sussurro, o mundo se fecha Mas a voz que surge Não é dele Manchas no olhar, sombras a me tocar O frio do medo não quer me largar Sinto que sumo, mas tento lutar Vexor me cerca, e eu tento escapar Manchas no olhar, sombras a me tocar O frio do medo tenta me sufocar Sinto que sumo, mas ainda vou lutar Vexor me cerca, mas algo me vem falar Olá, Paulo