Lavando minhas redes Eu me encontrava Naquele dia ao amanhecer A pesca de uma noite havia sido em vão O que poderia eu esperar? Tristeza em meus olhos, cansaço em minhas mãos De mim te aproximaste, subiste em meu barco Olhaste em meus olhos, tua voz eu escutei Avança mais pra o fundo, lançai as vossas redes O que poderia eu esperar? Tamanha quantidade de peixes nunca vi! E a teus pés, eu me atirei, Senhor E te supliquei: Afasta-te de mim! Em tua presença eu não posso ficar Pois sou pecador, Senhor! Disseste-me então: Não tenhas medo Pescador de homens doravante serás Ouvindo tais palavras, ardeu- me o coração O que poderia eu esperar? Deixei tudo que tinha, contigo quero estar Te seguirei aonde quer que fores Tu és o Cristo, o Filho de Deus De tua presença não quero me afastar Pois és meu Senhor, minha vida, meu tudo, Jesus!