Nada mais importa aqui, se Não há o que mostrar Espero te fazer sorrir Outro passo pra dizer Outro fim sem nem morrer Onde está a obra aqui Eu disse certo e ao mesmo tempo errei Por que preciso tanto de vocês? Não há mais nada que me possa fazer Correr atrás de ser Vai voltar se eu sei quem sou e posso me lembrar Ser mais um não muda nada Vai voltar se eu sei quem sou e posso me lembrar Ser mais um não muda nada Se é isso o que você tem Deixa eu dizer Não quero mais sentir Nem te fazer sorrir E me tornar história E contemplar assim minha pequena glória E o que será de mim Não da pra ser feliz assim E me deixar levar pra nunca mais voltar a não acreditar Vai voltar se eu sei quem sou e posso me lembrar Ser mais um não muda nada Ao mesmo tempo que me lembro agora Daquele eu que não tem fim Ao passo ao qual se condenava Por não dizer ser mais um Por toda essa inocência Daquele eu que não tem fim Por fim me lembro que não sou ninguém ao ser aquilo que me faz refém Colher, sem mesmo saber o que fazer ou se foi perder em vão Aquilo que me fez doer sublimado estou e não posso mais me ver Vai voltar se eu sei quem sou e posso me lembrar Ser mais um não muda nada Vai voltar se eu sei quem sou e posso me lembrar Ser mais um não muda nada Seja imortal Seja imortal Seja imortal