Ontem nós estávamos perante a multidão E gritava enfurecido, crucificam já Pilatos indeciso lavando suas mãos Destinava Jesus Cristo a tomar o meu lugar Por uma indesejada estrada Ao lado de Jerusalém Foi um homem cambaleante Rumo ao gôgata subindo Tão ferido maltratado Esquecido e abandonado Pelo peso de uma dura cruz Ele vai prosseguindo Ah! Meus pecados todos Foram postos sobre ela E aquela cruz sobre os ombros Que tomaram o meu lugar Eu era um condenado Iam-me crucificar Aquele homem que estava ali ao lado de Jesus Sou Barrabás, era eu quem devia morrer Este homem não fez nada Não devia estar ali E aquela cruz pertenceria a mim Meus pecados todos Foram postos sobre ela E aquela cruz sobre os ombros Que tomaram meu lugar Eu era um condenado Iam-me crucificar Aquele homem que estava ali ao lado de Jesus Sou Barrabás, era eu quem devia morrer Este homem não fez nada Não devia estar ali E aquela cruz pertenceria a mim