Isso chama molho Algo ancestral Que vem de dentro No meu dread Não entra piolho Sonsa vaza Nisso eu me atento Se enxerga e rala Racista Parece um cu Depois do vento Se tu pensa Em sacerdote Toma aqui Meu fundamento Eu quero sim Eu quero agora Sai, sai fora Sai, sai fora Passa Vai pastar A minha lida Não é de hoje Porque eu sei bem O meu lugar Ahá Pode até tentar Delimitar Apagar Tentar me eliminar Mas essa treta Não é minha Eu tô mili mili Anos a navegar Tá vendo? Eu crio com tudo que eu tenho Dou minha vida Em cada faixa Há de lembrar Pois o papo reto Não faz curva E isso não Não é metáfora Não, não Não tenho dez marionetes Só pra tentar Fazer alguém me amar Muito menos fazer rima Eu até faço Mas não é pra copiar Essa bicha! Tu vai ouvir meu som altão Tu vai ouvir meu som altão Tu vai ouvir meu ralachão Tu vai ouvir meu som altão Tu vai ouvir o meu oitão Tu vai ouvir o meu oitão Tu vai ouvir o meu oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Trago sempre boas reis Beat tão literalmente Na minha mão A gracinha vem comigo E a Elza vive dentro Do meu coração Minhas advogadas São retintas Elas odeiam confusão Vai, vai, vai Passa um cheque feio Igual sua cara Toda, toda feita no facão Eu te mostro A minha linga Não, não tem vítima Eu não deito Deito não Eu não sou Como o do job Que falta na voz Mas tem bundão Vivo com uma mala E um sabor Só pra você Que eu deixo O largo vão Largo como a sua boca feia Feita como a porra de um sapão Cata a minha lata gata Não tem harmonização Pois eu sou bonita Tenho cunt Então me chame de Lafond Essa bixa! Epa Rala sua sirigaita Bixa não! Eu sou uma quase Vera Guga Verão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão Oitão