O agora faz-se monstro sanguinário Tal qual os tempos passados na história Dessábios são os peixes neste aquário Tão tristes são os vácuos na memória Das dores tantas faz-se um santuário A um vomitado Deus feito de escória Provindo de um descaso hereditário Mantido pela mais insana glória De sonhos e de dores e de medos Ainda vivem nos tristes degredos Os sonhadores mais injustiçados Ainda vivem eles isolados Nos velhos e repetidos enredos Que n'alma cansada seguem cravados