Se eu uso a manga da camisa que é dobrada A calça baggy bem rasgada É porque eu sou fuleiro Se eu vou pro centro no domingo Do perfume, eu uso um pingo Que deixa fedendo o prédio inteiro Pente redondo tem Cê me pergunta, eu lhe respondo Eu tomo pinga com a Dominga, dançando, curtindo Wando E não consigo nem levantar pra mudar o disco Um bicho velho, cheio de risco, mal serve pra abanar Eu tô comendo bem No restaurante, morte lenta A cozinheira é uma nojenta Que vive limpando a venta no avental Eu tô passando mal, tô com saudade de mainha (Ô, mãe) vê se me manda um dinheiro Que eu tô no banheiro e não tem nem papel pra cagar Ô, mãe, esse seu filho é maneiro Aqui no estrangeiro, nenhuma mulher quer me dar Alright Meu cabelo, eu não sei quem rapou Entupiu a privada, entupiu Ai, meu Deus Oh-oh Ah, ah Ai-ai, ai-ai, ai-ai, ai Cê é bonito, cê é bonito, cê é bonito demais Ocê é um cara maneiro Cê é bonito, cê é bonito, cê é bonito demais Bonito mais que o mundo inteiro Cê é bonito, cê é bonito, cê é bonito demais, ah-ah-ah-ai Cê é bonito Ai-ai, ai-ai, ai Ô, mãe, vê se me manda um dinheiro Que eu tô no banheiro, não tem nem pa– Ô, mãe, esse seu filho é maneiro Aqui no estrangeiro Alright (ai, ai, ai) Alright Urra