Eu trago pouco que eu tenho Coração cansado Mãos vazias, diante de ti me prostro Toda a minha força se desfaz Tu vês aquilo que eu escondo Cada ferida, cada medo Mesmo assim me chamas perto Mesmo assim me chamas teu Quem sou eu, para te olhar nos olhos? Quem sou eu, para sentar a mesa? Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Serei salvo! Eu já tentei sem perfeito Construí altares para mim Mas tudo cai em silêncio Quando teu olhar me alcança aqui Tua santidade me envolve Tua bondade expõe quem sou Mesmo vendo a minha culpa Tu virás o teu rosto Quem sou eu para trocar tua glória? Quem sou eu para chamar seu nome? Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Se disseres vive Eu respiro Se disseres vem Eu me lanço Se disseres filho Eu respondo Eis-me aqui Eis-me aqui Se disseres cura Tudo sara Se disseres faz O mar se cala Se disseres graça Tudo muda Eu te dou Eu te dou tudo em mim Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Eu não sou digno que entres em minha casa Mas dizei uma palavra e serei salvo Mas dizei uma palavra e serei salvo!