Fator universal do transformismo Filho da teleológica matéria Na superabundância ou na miséria Verme é o seu nome obscuro de batismo Jamais emprega o acérrimo exorcismo Em sua diária ocupação funérea E vive em contubérnio com a bactéria Livre das roupas do antropomorfismo Almoça a podridão das drupas agras Janta hidrópicos, rói vísceras magras E dos defuntos novos incha a mão Ah! Para ele é que a carne podre fica E no inventário da matéria rica Cabe aos seus filhos a maior porção!