Quando vai passar esse meu mal-estar? Quando vai passar esse no na garganta? Qual o problema desaguar Um copo de água não vai saciar Deixa planta morrer na varanda Deixa a água escorrer pelos poros A gente se culpa porque pelo ócio Sem água leva a escassez e o ódio Minhas águas inundam o mundo De cá e de la Os meus versos talvez não façam sentido Me coloco no verso Me coloco no refrão Porque ninguém é capaz de me colocar onde eu quero inundar Devo aos tsunamis Devo aos maremotos Devo aos mares todos Quem vai, vai me julgar? Devo o que tu me deve desde 1.500 tra la, la, la Quando vai passar esse meu mal-estar Quando vai passar esse no na garganta Qual o problema desaguar Um copo de água não vai saciar Minhas águas inundam o mundo De cá e de la Os meus versos talvez não façam sentido Me coloco no verso Me coloco no refrão Porque ninguém é capaz de me colocar onde eu quero inundar Devo aos tsunamis Devo aos maremotos Devo aos mares todos Quem vai, vai me julgar? Devo o que tu me deve desde 1.500 tra la, la, la Desamor é desaguar Por que essa tara por água? Por que essa necessidade de escorrer? Desamor é desaguar Eu sou os líquidos do mundo O alvo é sempre o refrão O refrão