Levanto da cama já meio cansado Acordo pro mundo um trago e um café E um golpe no peito esperança e fumaça Que não me perdoa nem se eu quiser Lamento contido caindo do olho Salgando o almoço Mudando minha fé E falta de vida até onde a vista alcança Dançar essa dança de não ser quem é E como um poema de Mario Quintana Papel só reclama aquilo que ele vê Fazendo de tolo tudo que é sagrado Da Bíblia ao cigarro do culto à TV Caindo na sina do grito inocente Mudar de repente pra viver assim E volto pra casa já tão assustado Despeço do mundo Um fumo e um fim E onde está o trem que passa na estação Que é pra mudar o mundo Era pra ter razão Eu sinto a falta dos meus olhos de criança na canção E onde está o céu que é pra varrer o chão Que é pra lavar o mundo Era pra ter razão Eu sinto a falta dos meus olhos de criança na canção E onde está o trem que passa na estação? Que é pra mudar o mundo Era pra ter razão Eu sinto a falta dos meus olhos de criança na canção E onde está o céu? Que é pra varrer o chão Que é pra mudar o mundo Era pra ter razão Eu sinto a falta dos meus olhos de criança na canção