Linda senhorita, cheia de chiquê Mal sabe você Que ela corta o sete, pra sobreviver Sapato de Franca, jeans não sei o quê Na segunda-feira ônibus lotado, aquele tererê Certo dia linda senhorita Sentada num banco da Praça da Sé Parece que tinha um problema Ela estava com um calo na sola do pé Só falo a verdade, compadre Para quem merece, para quem padece Essa neguinha enjoada Sofre do mal de joanete Certo dia linda senhorita Alisou o cabelo e foi passear São Pedro mandou uma chuva E o cabelo da nega voltou pro lugar Pra compensar tanta chuva Linda senhorita foi lá na São João Entrou num cabeleireiro E saiu com uma peruca de canecalon