Lança a braba aí La-la-la-ia-ia-ia-ia Vinijoe Entre toda bohemia que cerca Quem dá as cartas é ela Meu bem joga o jogo e só Se acaso passar pela festa Se olhar pela fresta Não vai me achar na pior Me perdendo e sabores De mulheres e amores (poucos amores) Se já não é de hoje Meu mal é muito amar Mais alto que condores Carburando outras flores Afogando minhas dores em um copo de cerveja Yeah, aham hã Já não ligo pra nada não Filho da madrugada A troco de nada Eu peço mais uma cachaça Como quem não quer nada Fazer o que em casa Outra noite virada é normal Já não ligo pra nada não Filho da madrugada A troco de nada Eu peço mais uma cachaça Como quem não quer nada Fazer o que em casa Outra noite virada é normal Samora não'zinga Terceiro rolê da madrugada Trombei com ela no samba Veio da aula eu da batalha Jogou as cartas pro bamba Pele macia como seda Se abre comigo num divã Olhando pra mim e pra amiga Uma raba gigante igual sedã Olhos da cor de whisky Se embriagam perto do final De duas bebidas no copo Metáfora simples prum trisal Vários amores, vários sabores Tudo aquilo que eu quero ter Mais um romance, só uma noite Sei que é um lance pra nunca esquecer Tão desce mais uma, oh Quer dançar um forró Desce por uma ho Vamos nós três e, das três e, nós três e ‘Tão desce mais uma dose Duas bandida e oh Gemendo em lá menor Vamos nós três e, as três e Tão desce mais uma, oh Quer dançar um forró Desce por uma ho Vamos nós três e, das três e, nós três e Tão desce mais uma dose Duas bandida e oh Gemendo em lá menor Vamos nós três e, as três e Samora não'zinga e vinijoe Entre toda bohemia que cerca Quem dá as cartas é ela Meu bem joga o jogo e só Se acaso passar pela festa Se olhar pela fresta Não vai me achar na pior Entre toda bohemia que cerca Quem dá as cartas é ela Meu bem joga o jogo e só Se acaso passar pela festa Se olhar pela fresta Não vai me achar na pior