Essas pessoas tão iguais Iguais as redes sociais Que já se unem em fusão de corpo e mente Mas o que me dói demais E sempre tira a minha paz É que eu também, meu bem, não sou tão diferente É que, fora de casa Já é longe demais Eu odeio o yada yada E essas cadeiras na calçada Qualquer poema fica bom Lido na tampa da privada Eu me arrumo de novo Como noites atrás Mas eu sei que minhas mentiras não te atraem Mais um drink horroroso de quarenta reais E pessoas só falando do que fazem Pra você, fora de casa Já é longe demais Eu odeio o yada yada E essas cadeiras na calçada Qualquer poema fica bom Lido na tampa da privada Mas meu ódio é um escudo Pros inúmeros defeitos Que refletem nas pessoas Quando eu olho no espelho E o meu sinal vermelho É passar o dia inteiro Sem pensar em Deus, humanos E no que veio primeiro, sim Eu odeio o yada yada E essas cadeiras na calçada Qualquer poema fica bom Lido na tampa da privada, sim Eu odeio o yada yada E essas cadeiras na calçada Mas vou ficar aqui Até o fim da madrugada