Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana Mas não é predileção É lance único Em casa, na rua, cada um tem a sua Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana Mas não é predileção É lance único Em casa, na rua, cada um tem a sua O nobre envelhecido escocês Também preterido, tem lá seus adeptos Assim como o filho da uva feliz Em bocas bacantes Devotos amantes Mas todo povo preto, amarelo e branquelo Gosta sim, fica afim, daquela já rainha Vindo da mata, do mato, da roça Da raça miscigenada, feita da cachaça Mistura brasileirinha com o nome de caipira É caipirinha É caipirinha É caipirinha É caipirinha Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana Mas não é predileção É lance único Em casa, na rua, cada um tem a sua Poderia ser a loura urbana, com pinta de bacana Mas não é predileção É lance único Em casa, na rua, cada um tem a sua O nobre envelhecido escocês Também preterido, tem lá seus adeptos Assim como o filho da uva feliz Em bocas bacantes Devotos amantes Mas todo povo preto, amarelo e branquelo Gosta sim, fica afim, daquela já rainha Vindo da mata, do mato, da roça Da raça miscigenada, feita da cachaça Mistura brasileirinha com o nome de caipira É caipirinha É caipirinha É caipirinha É caipirinha