Perto da meia noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos De louvores ao Deus dos céus Mesmo depois dos açoites E tendo seus pés amarrados no tronco Não desfaleceram Dentro daquela prisão Outros presos ouviram os louvores Daqueles que mesmos humilhados Sofreram calados, pregando a Jesus Creio que lágrimas quentes Desciam dos olhos dos servos de Deus E se misturavam ao sangue Dos muitos açoites que eles sofreram E em meio ao sofrimento Não se deixaram vencer Pois nada pode destruir A alegria de ter Jesus em seu viver E os louvores subiram as portas dos céus Chegando aos ouvidos do Deus de Israel Que proporcionou liberdade a eles Um terremoto tão grande abalou a prisão As portas das celas caíram ao chão Pois aos servos fiéis Deus estende a mão Creio que lágrimas quentes Desciam dos olhos dos servos de Deus E se misturavam ao sangue Dos muitos açoites que eles sofreram E em meio ao sofrimento Não se deixaram vencer Pois nada pode destruir A alegria de ter Jesus em seu viver E os louvores subiram as portas dos céus Chegando aos ouvidos do Deus de Israel Que proporcionou liberdade a eles Um terremoto tão grande abalou a prisão As portas das celas caíram ao chão Pois aos servos fiéis Deus estende a mão E os louvores subiram as portas dos céus Chegando aos ouvidos do Deus de Israel Que proporcionou liberdade a eles Um terremoto tão grande abalou a prisão As portas das celas caíram ao chão Pois aos servos fiéis Deus estende a mão E as correntes de todos caíram ao chão