Espaço para entrar, é preciso chegar Apontar e decifrar o mal que quer ficar O que se passa ao seu redor, as coisas que te cercam O mal que invade o teu cérebro e te infecta Tentar assimilar o imperfeito Com tudo que você quiser fazer direito Usar outras ideias, armas do jogo sujo Derrotado não pode, ficará no muro Por você se achar demais e não sabe o que faz Vem chorar no meu ombro procurando paz Vem chorar no meu ombro procurando paz Você sabe que não vai encontrar Não há Você não sabe o que eu sinto Você não sabe o que eu sinto Você não sabe o que eu sinto E não respeita a minha dor Tem que ser assim pra te mostrar Sangrar até o fim pra te ensinar Do jeito que aprendi Não adianta, não adianta, que eu não vou ter pena O seu vacilo será pra sempre sua algema Acorrentarão os bons pensamentos Com certeza virão maldosos sentimentos Você convive trancado, carregando mágoas Quantas vezes se afogou em suas lágrimas? Não posso fazer nada, a vida é uma parada E não há braço que te tire dessa vala Por você se achar demais e não saber o que faz Vem chorar no meu ombro procurando paz Vem chorar no meu ombro procurando paz Você sabe que não vai encontrar Não há Você não sabe o que eu sinto Você não sabe o que eu sinto Você não sabe o que eu sinto E não respeita a minha dor Tem que ser assim pra te mostrar Sangrar até o fim pra te ensinar Do jeito que aprendi As coisas boas já nasceram boas Os maus momentos chegaram — Não, não foram à toa Precisa refletir sobre seus desperdícios Se livrar de algumas culpas pode ser muito difícil Procurar a razão: Onde ela está, então? Em frente ao espelho pode estar a solução O que eu faço é pra mim, não tente entender O que é seu, você tem que resolver Tem que ser assim pra te mostrar Sangrar até o fim pra te ensinar Tem que ser assim pra te mostrar Sangrar até o fim pra te ensinar