Passar a vida mergulhado em graça Passar os tempos a pisar mistérios A vida não se esgota em cemitérios E não se extingue quando o tempo passa A esperança os limites ultrapassa Vence os golpes dos tempos deletérios Enquanto viram pó tantos impérios Somente a fé jamais se despedaça! Espera! Crê! Já vem o novo dia! A nova primavera se anuncia Pra compensar as dores deste inverno E este barro de Adão, que te incomoda Será transfigurado pela poda Na floração magnífica do eterno