Vende, vem matar a sede Água para peixe Aqui não tem rede Semente é gente Vem matar a sede Água para peixe Aqui não tem rede Semente é gente Por trás dessa lupa Camuflo minhas culpas Na caixa outro beat que loopa Uma dosee me limpa Nos pares sou ímpar Lume de Paris quente como as ilhas de Honduras Sou eu e a fumaça em alturas Montanhas são minhas coberturas Noto quem com a minha caneta se assanha E as tacanha que ela perfura Hoje não me pertuba que eu tô no piloto Souto é o nome Da boca desses não sai nenhum outro Monto meus plano, codinome não explano De tocaia e de olho, explodo suas mina de ouro Alguém avisa pros rato que a grande armadilha São pilhas de queijo e veneno dentro de um esgoto De cabelo solto, rara me resume Na bolsa uma nove e também perfume Nave de biojoia já é costume Nessa cê não encosta que é kari cardume Vende, vem matar a sede Água para peixe Aqui não tem rede Semente é gente Vem matar a sede Água para peixe Aqui não tem rede Semente é gente Cascuda atenta nas correnteza Se me diminui vai ter uma surpresa Não caibo aquários, armários De nóis somos vários E num vamo servir sua mesa Eu não nado sozinha Intuo na espinha Se tá maldade Ou na pureza Meu corpo ondula leve com beleza Mas se testa fé É ferrão com certeza