Visto de cilício, símbolo de luto Cenizas no chão sussurrando o oculto Os homens te rezam Exigem um indulto, enquanto agacham a cabeça Visto de cilício porque me arrependo Ferida de suplício, arrastando-me no concreto Os homens te rezam Exigem um indulto, enquanto agacham a cabeça Polimorfismo de carne e engrenagem Para expiar pecados, me desgarró toda a carne Polimorfismo de carne e engrenagem Máquinas de fonemas, me seduce tu lenguaje ¿Qué hago yo en este bar? De promesas burdas, ahogándome en el mar Cátedra vazia, resguardada em teu nome Os santos estão calados e o licor sabe a desordem Soy un mártir devorado por mi mente Cargo tu silueta como cruz omnipresente Ya no hay secreto Siempre tus restos fueron tratados como objeto Ya no hay secreto Fundiste tu cuerpo para crear el ser perfecto