Ah, um afago de mãe Se me afogo nos meus delírios Edifico os tais Sem paz Me acompanhe nessa manhã Sem inverter papéis O fogo queima nossos sonhos Para prender Os véus do destino que cobrem os céus São meus os lamentos do que me restou As cinzas da guerra sempre são cruéis São Filhos do mundo que ninguém salvou Na fronteira da realidade o irreal Um sonho lindo de verdade Pra ser real No equilibro entre se manter ou fazer ruir Infelizmente só você pode construir E o seu lugar vai se manter Inalcançável Quase intocável Se confiar Vou com prazer Realizar, manter um lugar Tão lindo Legado que as cinzas não levam Se equilíbrio é o tédio Não é uma guerra ou sacrifício que vai ser o remédio Viver no mundo dos sonhos é um precipício próprio Entre beleza e pesadelo Acaba em fogo é óbvio Posso te suceder, mas não ser tudo O que esperam de você Não vão ter mais de mim Sou cronicamente falho Oniricamente caio Vivo com a mente em coisas que não posso ver partir Então daqui pra frente é dia, independente do Sol Sou eu quem cuida disso tudo que tornaste real Passado, presente e futuro Abra a porta que quer Sem ter o peso de ser mais que um dilema moral E o seu lugar vai se manter Inalcançável Quase intocável Se confiar Vou com prazer Realizar manter um lugar Tão lindo Tão lindo Tão lindo Tão lindo Tão lindo!