Eu sou do chão de Pernambuco, meu irmão Do passo firme da emoção É quando a orquestra começa a tocar Que o meu corpo já se embalança Eu sou da cultura que não tem parada Eu sou alegria mais respeitada Eu sou a ladeira desse povo quente Do sorriso aberto contagiante Tem maracatu, tem cabloquinho, tem boneco dançando sozinho Tem bumba, meu boi tem tradição Esse é o frevo do folião É dale frevo e de janeiro a fevereiro que vamos juntos nos encontrar Essa cultura pernambucana é aquela que a gente ama e encontra em todo lugar É dale frevo, meu povo é guerreiro, e o meu nordeste vai brilhar É dale frevo, com o seu passo bem ligeiro faz o chão se levantar