Essas canções não passam apenas de alguns, fragmentos de um adeus Por muitas vezes parei e fiquei pensando Onde será queu errei ou estou errando? Por que estou vivendo aminha vida assim? Sentado sozinho aqui, nesse camarim Eles conhecem o artista, não o ser humano Eu tenho um coração, que tão machucando Eu só queria alguém, que me entendesse Em vez de ser um alguém, que eu só comesse Vou falar pra você, o queu sinto agora Tirar isso do peito e colocar pra fora Quero alguém que possa, me vê de verdade E presse alguém queu possa, ser sua metade Sempre foi isso que, eu busquei pra mim Mesmo sabendo que elas, sempre estão afim Mas não entendem porque, sou um cara assim Tiram a roupa e me beijam, com gosto de Gin Não sou especial, nem sou um qualquer E se você quer saber, eu gosto de mulher Só que o intuito aqui, é deixar uma mensagem Que fale muito mais, que apenas sacanagem Vou falar sobre algo, que é mais profundo Abre a mente e pensa, só por um segundo Você leva alguém, até a sua casa Você transa e depois, ela se veste e vaza Isso pra mim não passa, de uma vida vazia É como seu vivesse, em uma fantasia Vou bater a real, olha só quem diria Não tem nada melhor, que ter uma companhia Canetei essa aqui, para a ti falar Que há momentos que dá, pra se apreciar Enquanto os seres normais, vivem libertinagem Gosto de mandar flores, escrito uma mensagem Escuta bem meu amor, lembra queu te amo Seu príncipe do gueto, Thom Geld me chamo Você sabe queu tive, algumas paixões Mas com você queu senti, essas conexões Sei que nem sempre eu sou, um cara romântico É mais fácil pra mim, te falar nesse cântico Eu fui apresentado, a várias tentações Mas com você queu senti, essas conexões Voltando pra pergunta, aonde queu errei? Se agora eu tenho, tudo queu sonhei É fácil se iludir, com as ostentações Difícil é de sentir, essas conexões Talvez eu não terei, essa oportunidade Alguém igual a mim, é uma raridade Vivo a vida em meio, a esses furacões À procura de ter, essas conexões Nos frustramos as vezes, com as desilusões E sempre nós culpamos, as nossas emoções E das nossas histórias, nos tornamos vilões Nós vivemos sem ter, essas conexões