Olhei para o céu, o chão estava seco e rachado Senti o cansaço de quem muito tem caminhado Não quero o orvalho que a manhã logo vem apagar Eu quero o rio, Jesus, que me faça transbordar Manda a chuva, Senhor, aquela chuva de graça Que inunda o peito e o medo enfim perpassa Não é um pingo, não é um momento, é uma inundação O Teu consolador é a paz na minha escuridão Tu disseste, Mestre, que não nos deixarias sós No silêncio do quarto, ainda ouço a Tua voz O Santo Espírito chegou, como um vento a soprar Trazendo a força que eu precisava pra continuar Dá-me virtude, oh, Pai, dá-me valor pra seguir Pois o Teu amor é a fonte que não para de fluir Não é um balde vazio, é um oceano de luz Me batiza de novo no Teu nome, Jesus! Chuvas constantes (eu clamo por Ti) Fonte de amor (está viva em mim) Caminhando na graça, dia após dia