Não existia um lugar sequer Que se prestasse a acolher José, o carpinteiro e sua mulher E o filho, prestes a nascer! Ninguém atinou, ninguém se importou Ninguém o quis! Belém, pequena vila de Judá Gente ocupada sem saber Que logo a história iria se transformar Que o milagre iria acontecer Mas ninguém enxergou, ninguém se importou Ninguém! Ninguém foi com Ele ao deserto orar Ninguém estava ali pra o acompanhar Porém, quando o milagre aconteceu Muita gente o louvou e o reconheceu E na sua entrada em Jerusalém Grande multidão o exalta também Mas na hora da cruz não ficou ninguém, ninguém! Há tanto tempo tudo se passou E ainda hoje é assim também A história se repete e pouco mudou Quase ninguém quer dar lugar ao Salvador Quase ninguém se importa, quase ninguém!