Yeah, Victor Ryan dando a letra
É relógio parado, bebê
Pelo tom rosado dos teus lábios, já sei
A cor da tua menina, Larissinha, eu avistei

Só de encontrar teu olhar, desperto o gigante
Teu cheiro no ar me atiça, é algo impressionante
Sinal vermelho, fechado? Pra mim não é o fim
Meia hora de relógio parado

Dá pra mim
Teu brilho porcelana, meu tom café do subúrbio
No teu quintal de entrada, eu faço meu rolê
Sem alívio

Boo, cê tá na minha cena
No ritmo da rua, tua dança me chama
Larissinha, meu pecado, minha chama acesa
Onde a malandragem senta e põe a mesa

Larissinha, teu corpo é um convite
No meu mundo suburbano, teu cheiro me atiça
Boo, cê tá no clima, teu corpo me alucina
No teu toque, no teu gozo, me perco na neblina

Olho o relógio, tempo parado é pouco
Teu corpo me chama, tô ficando louco
Meia hora é banquete, intensidade a mil
Nesse tom porcelana eu entro sem pena, sutil

Sinal fechado, mas minha vontade não espera
Teu perfume, teu calor, a noite inteira
Teu olhar me provoca, abre as portas do desejo
Larissinha, minha menina, entro no teu jogo

Boo, cê tá na minha cena
No ritmo da rua, tua dança me chama
Larissinha, meu pecado, minha chama acesa
Onde a malandragem senta e põe a mesa

Larissinha, teu corpo é um convite
No meu mundo suburbano, teu cheiro me atiça
Boo, cê tá no clima, teu corpo me alucina
No teu toque, no teu gozo, me perco na neblina

Teu brilho é rosa, meu tom é café
No subúrbio ou na mansão, a gente sabe como é
Meia hora de relógio parado é tudo que eu peço
Tua Larissinha, só eu sei teu segredo

Larissinha, teu corpo é um convite
No meu mundo suburbano, teu cheiro me atiça
É um boo
Cê tá no clima, teu corpo me alucina
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