Luzes de cristal refletem no feltro verde O dealer distribui, silêncio que prende Champanhe no balde, gelo tilintando Aqui o risco é ouro, ninguém tá brincando Olhos frios cruzam, pulseira de diamante Um aceno sutil, a banca avança No ar tem perfume caro e fumaça fina A mesa é altar, a sorte é divina Cartas viram devagar, o coração acelera Um blefe calculado, uma mão que espera Truco no olhar, canastra no escuro Poker na alma, ninguém tem seguro No cassino de luxo, a noite é de fogo Truco, canastra, poker tudo no mesmo jogo Copas sangram vermelho no feltro impecável Diamantes nas fichas, o risco é inevitável Trevo na manga, mas o destino é cruel Quem leva a pilha leva o céu e o inferno também Truco sussurrado como segredo de amante Seis responde o outro, voz baixa e constante Nove na mesa, o ar fica pesado Um sorriso frio, o blefe já armado All-in sem piscar, pilhas que se erguem Flush contra full, o silêncio que queima Cartas reveladas sob luz dourada Royal flush na mesa, a multidão calada Canastra limpa, sete mil na contagem Pego no morto, a mão é uma oração Fichas coloridas dançam na mesa redonda Quem fecha primeiro leva a fortuna profunda No cassino de luxo, a noite é de fogo Truco, canastra, poker tudo no mesmo jogo Copas sangram vermelho no feltro impecável Diamantes nas fichas, o risco é inevitável Trevo na manga, mas o destino é cruel Quem leva a pilha leva o céu e o inferno também O crupiê anuncia: Jogada final, senhores Coração na garganta, suor disfarçado em classe Uma carta vira, o mundo para de girar Na mesa de veludo, ou se ganha ou se perde o ar Truco na sombra, poker na luz Canastra fechada, ninguém se recusa As naipes ditam a lei No cassino eterno, a revanche vem depois do play