abvum d’bashmaía netcádash shimóch tête malcutách uma nehuê tcevianách aicana d’bashmáia af b’arha hôvlan lácma d’suncanán iaomána uashbocan háubein aícana daf quinan shbuocán l’haiabeín uêla tahlan l’nesiúna êla patssan min bíxa metúl diláhie malcutá uaháila uateshbúcta láhlám almín ameyn Pai que habita além do tempo Mas se inclina para me ouvir Teu nome ecoa em silêncio Antes mesmo de eu falar aqui Não chego com força ou mérito Chego com sede de ti Porque antes de pedir respostas Eu preciso te sentir Teu reino não nasce do medo Nem do poder de um trono humano Ele cresce onde o coração se rende Mesmo quebrado Que a tua vontade encontre espaço No chão instável que eu pisei Que o céu toque a minha história Como sempre sonhei Antes do pão eu preciso da presença Antes da vitória eu preciso aprender Que viver o céu na terra É confiar mesmo sem ver Assim como no céu Seja aqui em mim Que o teu reino venha Começa em mim Assim como no céu No meu chão também Que a tua vontade seja o meu amém Dá-nos hoje o pão da alma Que sustenta o caminhar Mais que força pra batalha Ensina-nos a descansar E quando a culpa tentar me prender Com correntes do que passou Ensina-me a perdoar Como o céu me perdoou Livra-me do que me afasta Do que parece proteção Livra-me de confiar em mim Mais do que na tua mão Se a tentação gritar meu nome Que a tua voz seja maior Pois não é quem nunca cai Mas quem se levanta em ti senhor Teu é o reino o poder e a glória Antes do medo depois da dor E se eu pertenço a essa história Nada me separa do teu amor Assim como no céu Seja aqui em mim Que o teu reino venha Começa em mim Assim como no céu No meu chão também Que a tua vontade seja o meu amém Pai Que estás perto Assim como no céu Seja aqui Assim como no céu Seja aqui em mim Que o teu reino venha Começa em mim Assim como no céu No meu viver também Que a tua vontade seja o meu amém