Por que tanto ódio em tanto amor? Por que sofrimento e tanta dor? Aquela onda de morte que lhe cercou Tantas correntes que lhe deram pavor As marcas que provam o sentido da sua dor Foi o seu grande amor Coroa de espinhos puseram em Ti Sem ter piedade e nem compaixão Nos braços do madeiro, contaram seu fim Com lágrimas, o sangue caía ao chão E olhando os seus algozes com amor Pediu ao Pai que lhes desse perdão E no mesmo momento que sua voz bradou, a terra tremeu Pedras caíram ao chão, a sepultura se abriu E o que era morto reviveu A luz do sol não brilhou, o universo apagou, o céu se entristeceu Mas ao terceiro dia meu Jesus ressuscitou E sobre tudo é Poderoso, pois a morte Ele venceu Coroa de espinhos puseram em Ti Sem ter piedade e nem compaixão Nos braços do madeiro, contaram seu fim Com lágrimas, o sangue caía ao chão E olhando os seus algozes com amor Pediu ao Pai que lhes desse perdão E no mesmo momento que sua voz bradou, a terra tremeu Pedras caíram ao chão, a sepultura se abriu E o que era morto reviveu A luz do sol não brilhou, o universo apagou, o céu se entristeceu Mas ao terceiro dia meu Jesus ressuscitou E sobre tudo é Poderoso, pois a morte Ele venceu Mas aquela cruz não pôde deter o meu Jesus Nem a sepultura fria podia tomar O poder e a autoridade de quem pode o morto ressuscitar! E no mesmo momento que sua voz bradou, a terra tremeu Pedras caíram ao chão, a sepultura se abriu E o que era morto reviveu A luz do sol não brilhou, o universo apagou, o céu se entristeceu Mas ao terceiro dia meu Jesus ressuscitou E sobre tudo é Poderoso, pois a morte Ele venceu Eh, eh Mas ao terceiro dia meu Jesus ressuscitou E sobre tudo é Poderoso, pois a morte Ele venceu