És o império Canaã sob os meus pés O contraste Que ofende minha teologia Tentamos te encaixar Nas leis convencionais Então você é heresia Ou é o filho de Deus És o relapso Dos verdes pastos que um dia Eu li Palavras que eu não traduzi Posso mergulhar nos livros Escritos por seus amigos Ou são todos hereges Ou ouviram a voz de Deus Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Quebre meu coração pra que eu pareça com você Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Ofenda me ofenda-me És o contraste Da gentileza e a brutalidade Constante Você ofende minha mitologia Tomou o nome Deus Por meio dele que, sangrou De fato me ressuscitou Me diga agora Sou apenas mais um fariseu Minha mente clama Será renovação ou palavras vãs E se entrasse em minha casa Manifestando a sua glória Eu lavaria com lágrimas seus pés Ou te crucificaria? Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Quebre meu coração pra que eu pareça com você Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Ofenda me ofenda-me Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Quebre meu coração pra que eu pareça com você Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Ofenda me O profeta e o cordeiro Crucifica minha descrença Me lembra da esperança dentro de Mim O que conta as estrelas Traz a vida ao novo eu O contraste me acalma És a terra aonde eu piso Se quebro as regras Rompe o silêncio Eu vejo o fogo em teus olhos É glorioso, assustador O grão de areia em terra firme Em seus olhos mil palácios Eu sou um dente em teu sorriso Eu sou uma alma alcançada Então ofenda-me, ofenda-me Ofenda-me, ofenda-me Ofenda-me, ofenda-me Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Quebre meu coração pra que eu pareça com você Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Ofenda me ofenda-me Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Quebre meu coração pra que eu pareça com você Oh, ofenda-me pra que eu venha te conhecer Ofenda me ofenda-me