O tempo passa e a sua areia de neve e marfim Lua gelada porque você me trouxe até aqui Tantos rumos, tantos nomes, nenhum sobre mim Longe de casa, lágrimas suas, vislumbram o fim E ausência que me fere de sensações normais O que a bênção difere, entre trocas banais? Me olham como se eu pudesse apagar, vestígios da sua ganância Como eu encontro o meu lugar se a terra rejeita a esperança? Tantos sabem o meu nome, nenhum deles quem eu sou Tantos já viram meu rosto e nenhum deles me enxergou Distante de casa eu me perco e me vejo na Lua (Na Lua) Entre tantos medos e sonhos eu vejo a Lua (A Lua) Me chame pelo nome, mas, todos me veem pelo que eu sei fazer Vivendo e em um mundo que enxerga o meu poder Mas não entendem o valor de pertencer E agora, se existe um lugar la fora Pra que eu possa ir embora Se de noite ou de dia A Lua nos unirá Me chamam, mas ninguém me vê Aquilo que eu tenho a dizer Me cobram saber bem usar Aquilo que eu nasci com Sua ideia do que é poder Define o que eu devo ser? Até que um dia eu encontrei Essa que sou Olhando o céu busco a Lua Fechando os olhos pro mundo Se eles não podem me aceitar Seguindo sem olhar pro escuro Mas aqui vou eu Eu não fico onde dói Se esse é meu lugar Eu sigo dis- Tante de casa eu me perco e me vejo na Lua (Na Lua) Entre tantos medos e sonhos eu vejo a Lua (A Lua) Me chame pelo nome, mas, todos me veem pelo que eu sei fazer Vivendo e em um mundo que enxerga o meu poder Mas não entendem o valor de pertencer E agora, se existe um lugar la fora Pra que eu possa ir embora Seja de noite ou de dia A Lua nos unirá Não peco sinais claros Nem respostas de ti Aquilo que me guia apenas existe em mim Vivendo entre vários que cuidam bem de mim Sob a luz que não existe fim A sombra do luar E as luzes sob o céu Não pedem nada em troca Permanece ali! Não como o que esperam Nem como tentam moldar Mas como a noite me chama Columbina- (Siga as luzes no céu, siga o brilho lunar) (Siga as luzes no céu, siga o brilho lunar)