As sombras me perseguem bem Aonde quer que eu vá Eu juro, eu busco a paz Mas não sei onde ela está Tudo calmo quanto um céu azul Estou preso em um déjà vu Nuvens Vejo tudo em nuvens Às vezes pergunto o porquê da tristeza Eu vejo a minha vida de ponta cabeça Yeah Tão bem Enxergo tudo tão bem Uma partida de xadrez Mas eu não me encontrei Passos largos, me saboto Penso tanto, me apavoro Não vejo graça em mais nada Pouco espaço, me sufoco Minha mente cheia, imploro Prefiro a vida parada Tantos caminhos tenho pra seguir Mas vivo dentro da masmorra Que eu mesmo criei Sério, me tira daqui Uma partida de xadrez No próximo passo eu cavo minha cova Por mais que eu fuja Esquive e esqueça de mim É notório que eu enxergo A minha derrota (Não há vantagem alguma em viver a vida correndo) (Independentemente das nossas limitações) (Nós sempre podemos ser de alguma utilidade) (Nosso poder pode parecer insignificante) (Mas ele pode se revelar útil no grande esquema das coisas) As sombras me perseguem bem Aonde quer que eu vá Eu juro, eu busco a paz Mas não sei onde ela está Tudo calmo quanto um céu azul Eu tô preso em um déjà vu Quantas pessoas perdi Eu nem me lembro das datas Mantenho minha mente ocupada Não espero que cê note Não espero que ninguém me salve Pois nem eu me salvo E já faz um bom tempo Vou varrer pra de baixo do tapete Talvez isso seja carpe diem Em câmera lenta, eu vejo tudo Acontecimentos revivo em slow Não precisa, é sério, eu já me julgo Desse precipício você me jogou As sombras me perseguem bem Aonde quer que eu vá Eu juro, eu busco a paz Mas não sei onde ela está Tudo calmo quanto um céu azul Eu tô preso em um déjà vu As sombras me perseguem bem Aonde quer que eu vá Eu juro, eu busco a paz Mas não sei onde ela está Tudo calmo quanto um céu azul Eu tô preso em um déjà vu