Há tempo determinado Para quase todas as coisas Tempo de nascer, de morrer De plantar e de colher Tempo de matar, de curar De tombar e de erguer Há tempo de chorar, de sorrir De abraçar e de afastar-se De espalhar e de unir De falar e de calar-se Há tempo de procurar E tempo de dar por perdido Tempo de lutar, de cessar De vencer e ser vencido Tempo de guerra e tempo de paz De amar e ser amado (Se, simultaneamente, melhor) Tempo de seguir e de olhar para trás De perdoar e ser perdoado De ser carne e voltar ao pó Há tempo para quase tudo Não se espante se, assim, o digo É por crer que não haja tempo Pra recuperar o tempo perdido