Quando o meu amor puser os pés na minha avenida Meu fogão à lenha o café já aquecia O meu samba alegre já cantava na cozinha Pelas ruas de Ipanema você me ouvia E virias hipnotizada no meu canto Nessa história, eu te faço amor de Monalisa Tu me segue com o olhar de uma pura malícia Meu desejo afã prum beijo não te resistia E para ouvir teu nome O mar deságua, e o Sol já brilha no horizonte O Corcovado esconde A minha cara E o beijo que ficou pra ontem Vem só depois de amanhã Depois das três da manhã Beijo doce de hortelã Neste frio de Amsterdã Boca que atrai, um ímã Quando o meu peito alegre um dia virar dança e cor Meu batuque de pandeiro é Olodum, é Salvador Teu balanço de morena me remete ao meu pelô Teu corpo suado, meu encanto, cê me bagunçou Peço ao tempo que se vá mais lento para eu te amar No silêncio de uma noite escura ou à beira-mar Beije, cale, deixe o estranho, sinta o canto, venha cá Deixe o estranho que o desejo, meu desejo é desejar E para ouvir teu nome O mar deságua, e o Sol já brilha no horizonte O Corcovado esconde A minha cara E o beijo que ficou pra ontem Vem só depois de amanhã Depois das três da manhã Beijo doce de hortelã Neste frio de Amsterdã Vem só depois de amanhã Depois das três da manhã Beijo doce de hortelã Neste frio de Amsterdã Boca que atrai, um ímã Um ímã