Hoje falei com Deus E supliquei todas as preces A vida cobra mas nem ligo mais Deixei todo tormento para trás Só quero levantar a cabeça e estender Minhas mãos aos céus Agradecer ao mundo que ontem choveu E que chova de novo Pra limpar minhas impurezas São como borboletas no estômago Que preenchem o vazio, que te pesa Essa maldição te encher de incômodo Te enlouquece e te leva a impurezas Me deixa gritar pro mundo saber O que há naquele maldito túnel Nijigahara Borboletas no estômago Te prendem em dores, consequentes O medo mata mais do que o incômodo Sem provas ou argumentos suficientes Nijigahara Te entorpece e te mata! Hoje falei com Deus E minhas preces se perderam O mundo é podre demais Me dói ver quer nunca entendem que Nada disso passa de mistério Ainda me pergunto qual o limite humano Matam os seus Nunca doeu Nunca se perguntaram se isso era engano Então se for pra ser, será Peço que me guie em meio a escuridão! Eu quero aprender a voar! Mas sem asas não consigo sair do chão! Ó tais borboletas! São tão perfeitas! Espero que me cubram em meio aos prantos! Hoje eu chorei, chorei, chorei, chorei, chorei, chorei, chorei São como borboletas no estômago Essa maldição te enche de incômodo São como borboletas no estômago Essa maldição te enche de incômodo Borboletas no estômago Te prendem em dores, consequentes O medo mata mais do que o incômodo Sem ter provas ou argumentos suficientes Nijigahara Borboletas no estômago Essa maldição te enche de incômodo Me deixa gritar pro mundo saber O que há naquele maldito túnel (Nijigahara) São como borboletas, bor-boletas (Essa maldição te enche de incômodo) (Borboletas no estômago) São como borboletas, bor-boletas (Essa maldição te enche de incômodo)