Pego minha insignificância, misturo um gole desse gin barato Minhas personalidades amam o anonimato Flerto com a vida, cada som é a porra de um parto Hoje eu não morro, mano, amanhã é sábado Eu tenho que dar um rolê Amar alguém que ainda não conheci Eu sou dublê de mim memo Eu tenho que fortalecer uns mano que eu não vejo há um tempo Efêmero igual a vida Pisco o olho, eu teleporto Eu sou um jumper Suas dúvidas mal resolvidas Não me interessa, eu falo tudo Eu sou criança quando eu canto Por que é tão chata a vida adulta? Tô nem fodendo pro seu santo Eu acelero, tomo multa Eu meto o loco na balança Eu danço errado Eu corro muito só pra sentir que ainda canso Movido a perguntas quase sempre sem respostas As águas que eu me banho é de remar contra a maré Sou ímã de zebra e quase sempre eu compro a aposta Nêgo, aperta o passo e bota a água pro café (eu) (Tenho que dar um rolê, né) (Amar alguém que ainda não conheci, eu sou dublê de mim memo) (Eu tenho que fortalecer uns mano que eu não vejo há um tempo) É que essa vibe, essa vibe nostálgica Sem conto, aumentando o ponto com história trágica Temaki bolado de canto, eu molhando a palavra Mó saudade daquela fé que eu me lembro, meu chapa O som que toca nos falante desde os 17 Eu tô vivendo essa loucura desde 95 Uns têm robô e as tentativas de abraçar o mundo E a verdade é que nem consigo esconder quando eu sinto Eu vivo a vida de dublê sem blefe Vida de dublê sem blefe Eu vivo a vida de dublê sem blefe Vida de dublê sem blefe Vida de dublê sem blefe Vida de dublê sem blefe Vida de dublê sem blefe Vida de dublê sem blefe