Navegando por mares bravios Na noite, o oceano, o breu Cada momento de incerteza Me obrigando a ser muito mais eu Enfrentando as correntezas Da minha própria natureza Forjando a força a minha força Pra minha luz se manter acesa Tantos já se perderam Se entregaram, não suportaram E nalfragaram nesses mares De histórias perdidas Porque portas se fecharam Quanto calor, quanta paixão E tanto não E esse grito no vazio é vão? Essa guerra é sem sentido? Tudo que eu quero é o chão E tudo o mais permitido, ou não Um gemido em silêncio Uma lágrima salgada escorrendo Na palavra que me une as mãos Pra quem aciona o vento e acende o Sol Me ouça por um instante só Tantos já se perderam Se entregaram, não suportaram E nalfragaram nesses mares De histórias perdidas Porque portas se fecharam Quanto calor, quanta paixão E tanto não E esse grito no vazio é vão? Essa guerra é sem sentido? Tudo que eu quero é o chão E tudo o mais permitido, ou não Um gemido em silêncio Uma lágrima salgada escorrendo Na palavra que me une as mãos Pra quem aciona o vento e acende o Sol Me ouça por um instante só